Nesta segunda-feira (02), o Sindicato dos Servidores do Detran (Sindetran-MS) solicitou à direção do Detran, a efetivação do setor de Serviço Social. Para a diretoria do Sindetran-MS esse setor é muito importante pois vem ajudar os Recursos Humanos na identificação de situações de riscos com os servidores.
“A efetivação da assistência social, assim como o acompanhamento psicológico aos servidores que necessitam é uma demonstração de valorização dos funcionários. Por isso estamos solicitando esse acompanhamento mais efetivo, por parte da diretoria do Detran, com nossos servidores”, explica o presidente do Sindetran-MS, Octacílio Sakai Junior.
No documento encaminhado ao novo diretor do órgão, o Sindetran-MS ainda salienta que a função deve ser desempenhada por um servidor do quadro do Detran, para que seja mantida uma continuidade no serviço prestado e que este seja voltado exclusivamente a atender os anseios do servidores.
O sindicato aguarda um posicionamento da direção do Detran.
O juiz Eduardo Rockenbach Pires, da 30ª Vara do Trabalho de São Paulo julgou o caso de um trabalhador que se recusava a contribuir com o sindicato de sua categoria e estabeleceu que esse trabalhador não tivesse direito de receber os benefícios previstos no acordo coletivo. Segundo o juiz "o trabalhador sustentou não ser sindicalizado e, por isso, negou-se a contribuir para a entidade sindical. A despeito disso, não menos certo é que as entidades sindicais devem ser valorizadas, e precisam da participação dos trabalhadores da categoria (inclusive financeira), a fim de se manterem fortes e aptas a defenderem os interesses comuns".
Em outras palavras, o juiz disse ser justo que o autor não se beneficie das vantagens negociadas pelo sindicato a favor da categoria, já que o mesmo se recusa a contribuir com a entidade.
Para o movimento sindical esta é uma decisão muito importante, que abriu jurisprudências para decisões semelhantes em outros casos, por todo o país. “A justiça do trabalho começa a reconhecer a importância da manutenção dos sindicatos para a luta em benefício das categorias que representam. Isso fortalece o movimento sindical, já que a primeira estratégia para enfraquecer os sindicatos tem sido a política de não contribuir com a entidade”, comentou o presidente do Sindicato dos Servidores do Detran (Sindetran-MS), Octacílio Sakai Junior.
Como o sindicato é dos trabalhadores, são os trabalhadores que precisam contribuir para a manutenção do mesmo. Cada trabalhador precisa saber claramente que o sindicato existe para garantir os direitos dos trabalhadores através das Convenções Coletivas de Trabalho que são negociadas todos os anos com os patrões.
O juiz Eduardo Rockenbach Pires, da 30ª Vara do Trabalho de São Paulo julgou o caso de um trabalhador que se recusava a contribuir com o sindicato de sua categoria e estabeleceu que esse trabalhador não tivesse direito de receber os benefícios previstos no acordo coletivo. Segundo o juiz "o trabalhador sustentou não ser sindicalizado e, por isso, negou-se a contribuir para a entidade sindical. A despeito disso, não menos certo é que as entidades sindicais devem ser valorizadas, e precisam da participação dos trabalhadores da categoria (inclusive financeira), a fim de se manterem fortes e aptas a defenderem os interesses comuns".
\r\nEm outras palavras, o juiz disse ser justo que o autor não se beneficie das vantagens negociadas pelo sindicato a favor da categoria, já que o mesmo se recusa a contribuir com a entidade.
\r\nPara o movimento sindical esta é uma decisão muito importante, que abriu jurisprudências para decisões semelhantes em outros casos, por todo o país. “A justiça do trabalho começa a reconhecer a importância da manutenção dos sindicatos para a luta em benefício das categorias que representam. Isso fortalece o movimento sindical, já que a primeira estratégia para enfraquecer os sindicatos tem sido a política de não contribuir com a entidade”, comentou o presidente do Sindicato dos Servidores do Detran (Sindetran-MS), Octacílio Sakai Junior.
\r\nComo o sindicato é dos trabalhadores, são os trabalhadores que precisam contribuir para a manutenção do mesmo. Cada trabalhador precisa saber claramente que o sindicato existe para garantir os direitos dos trabalhadores através das Convenções Coletivas de Trabalho que são negociadas todos os anos com os patrões.
Nesta semana, o governo do estado encerrou as nomeações que substituem os diretores afastados por suspeita fraude em Licitações. Os novos diretores são do quadro de servidores concursados do Detran e com isso, o Sindicato dos Servidores do Detran (Sindetran-MS) acredita em uma renovação nas ações de gestão pública.
“Nós, do sindicato, trabalhamos para isso. Queremos ver os servidores do quadro do DETRAN sendo reconhecidos pelos anos de trabalho e experiência em suas funções, ocupando cargos de chefia”, comenta do presidente do Sindetran-MS, Octacílio Sakai Junior.
Entre os novos diretores, o servidor Luiz Carvalho de Almeida, que foi designado para a Diretoria de Administração e Finanças, a servidora Jane Nakazone para o chefia da Divisão de Execução Orçamentária e Financeira, o servidor Robson Danilo, nomeado para a Diretoria de Tecnologia da Informação,
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“Esses servidores sempre trabalharam no Detran exercendo funções primordiais e garantido o funcionamento do órgão. É muito compensador para o nosso sindicato ver os servidores sendo valorizados, pois sempre lutamos para isso”, explica Sakai, que ainda ressalta: “Sob esses servidores recai o peso da responsabilidade de um serviço correto. O Sindetran está aqui para apoiá-los e para ajudar a fiscalizar condutas irregulares no órgão”, encerra o presidente.